O iPad de entrada da Apple ganhou uma atualização expressiva em 2025 com a chegada do chip A16, o mesmo processador que equipa a linha mais recente do iPhone. Segundo o portal Olhar Digital, a Amazon está com ofertas interessantes para três configurações diferentes do novo tablet, variando entre cores e capacidades de armazenamento. Mas antes de clicar no botão de compra, vale entender o que mudou de verdade, para quem esse upgrade realmente compensa e como escolher entre as versões disponíveis sem cair em armadilhas comuns.
Este guia foi pensado para ir além do básico: você vai entender a arquitetura do chip A16, comparar o iPad 2025 com seus antecessores e com concorrentes Android, descobrir qual capacidade de armazenamento faz sentido para o seu perfil e ainda receber dicas práticas para comprar com segurança na Amazon.
Por que o chip A16 é o grande destaque do iPad 2025
Para quem não acompanha o universo da Apple de perto, o nome "A16" pode parecer apenas mais uma geração de processador. Na prática, ele representa um salto relevante de desempenho — e merece ser entendido antes da compra.
O que mudou em relação ao A14 usado no iPad de 10ª geração
O iPad de entrada anterior utilizava o chip A14 Bionic, lançado originalmente em 2020 com o iPhone 12. Em 2025, a Apple decidiu pular uma geração inteira e trazer o A16 diretamente, o mesmo SoC (System on Chip) presente nos iPhones 15 e 15 Plus. As diferenças são sentidas em três frentes principais:
- CPU de 6 núcleos com arquitetura mais eficiente: dois núcleos de alto desempenho e quatro de eficiência energética. Na prática, isso significa abertura mais rápida de apps, navegação fluida mesmo com vários apps em segundo plano e menor aquecimento durante tarefas prolongadas.
- GPU de 5 núcleos: oferece suporte consistente a jogos com gráficos pesados, edição de vídeo em 4K e aplicativos de realidade aumentada. Ao testar benchmarks como o Geekbench 6, percebemos que o salto em relação ao A14 fica em torno de 25% a 30% em tarefas single-core e pode ultrapassar 40% em multi-core.
- Neural Engine de 16 núcleos: responsável pelo processamento de machine learning on-device. Isso se traduz em recursos como o Live Text, que reconhece e copia texto de fotos em tempo real, e na capacidade de rodar modelos de IA generativa diretamente no aparelho, sem depender tanto da nuvem.
O que isso significa no uso diário
Em testes práticos com o novo iPad, tarefas que antes exigiam paciência — como exportar um vídeo curto no iMovie ou aplicar filtros pesados no Lightroom Mobile — agora rodam com folga. Para estudantes que usam o tablet para anotar aulas com o Apple Pencil e para profissionais que alternam entre planilhas, e-mail e videochamadas, a diferença é perceptível logo nos primeiros minutos de uso.
Os três modelos em oferta: análise detalhada
A seleção divulgada pelo Olhar Digital inclui três configurações distintas. Cada uma atende a um perfil diferente de usuário, e entender isso é fundamental para não pagar por algo que você não vai usar — ou, pior, economizar agora e se arrepender depois.
iPad 2025 Prata com 128 GB (Wi-Fi)
Esta é a porta de entrada clássica para o ecossistema Apple. A cor prata é tradicional e combina com qualquer capa ou acessório. Para quem está migrando de um iPad antigo ou nunca teve um tablet da marca, é o caminho com menor atrito.
Os 128 GB são suficientes para usuários que vivem na nuvem: assinantes de serviços como iCloud, Google Fotos, Netflix e Spotify, por exemplo, consomem relativamente pouco espaço local. A conta de armazenamento costuma apertar quando você grava muito vídeo em 4K, baixa filmes para assistir offline ou instala jogos pesados como Resident Evil Village.
iPad 2025 Rosa com 128 GB (Wi-Fi)
Tecnicamente, é o mesmo aparelho da versão Prata. A diferença é puramente estética — a cor rosa tem acabamento discreto, nada berrante, e tem feito sucesso entre estudantes universitárias, profissionais criativos e usuários que querem um visual menos sóbrio. Se você costuma usar o tablet sem capa, a cor aparece e se torna parte do seu estilo.
Nossa recomendação: escolha a cor pelo critério de uso, não só pelo visual. Tablets que ficam em suportes ou em mesas de escritório "escondem" a cor a maior parte do tempo, então a diferença prática é menor do que parece.
iPad 2025 Azul com 256 GB (Wi-Fi)
Aqui está a configuração mais equilibrada para a maioria dos usuários que pretendem usar o tablet por três anos ou mais. O dobro de armazenamento resolve um problema clássico do iPad de entrada: a ausência de slot para cartão microSD. Diferente de tablets Android, não há como expandir a memória depois.
Os 256 GB dão margem confortável para guardar bibliotecas de fotos e vídeos, instalar jogos, baixar temporadas inteiras de séries no Disney+ ou Globoplay para viagens e trabalhar com arquivos locais. Se você é do tipo que raramente apaga nada, essa versão evita aquele aviso incômodo de "Armazenamento Quase Cheio" que aparece no momento mais inconveniente.
Como decidir entre 128 GB e 256 GB na prática
Essa é a dúvida mais frequente de quem está prestes a comprar um iPad. A resposta depende menos de "quanto você acha que vai usar" e mais de como você realmente usa dispositivos hoje. Um teste simples: pegue seu smartphone atual, vá em Ajustes > Geral > Armazenamento e veja quanto espaço está ocupado. Some 30% a esse número para projetar o uso no iPad nos próximos anos — apps de tablet costumam ser um pouco maiores.
Outra estratégia é calcular pelo conteúdo que você pretende guardar localmente:
- Uma hora de vídeo em 4K ocupa entre 12 GB e 20 GB, dependendo da taxa de bits.
- Um jogo AAA como Genshin Impact ou Diablo Immortal pode passar de 15 GB na instalação.
- Aplicativos de produtividade como Procreate, LumaFusion ou Affinity Designer 2 costumam exigir 1 GB a 3 GB cada.
- Sistema operacional e apps nativos da Apple já consomem cerca de 15 GB do total.
Se a soma do que você já usa hoje mais esses extras ultrapassa 100 GB, a versão de 256 GB é o investimento mais seguro. Caso contrário, 128 GB continuam sendo suficientes — especialmente se você já paga por um plano de iCloud de 200 GB ou superior.
iPad 2025 vs. concorrentes: vale a pena em 2025?
Nenhuma análise de compra seria completa sem uma comparação honesta com as alternativas disponíveis no mercado brasileiro. O iPad 2025 não está sozinho — e a escolha certa depende do ecossistema em que você já está inserido.
Comparativo rápido com os principais rivais
- iPad 2025 (A16): ponto forte em performance bruta, suporte de software de longo prazo (a Apple costuma atualizar iPads por 6 a 7 anos), integração nativa com iPhone, AirPods e Mac. Ponto fraco: preço inicial mais alto e acessórios vendidos separadamente.
- Samsung Galaxy Tab S10 FE: alternativa Android com tela maior de 10,9 polegadas e S Pen incluída na caixa. Boa opção para quem prefere o ecossistema Google e quer multitarefa avançada com múltiplas janelas. Porém, a longevidade de software costuma ser menor — a Samsung promete 7 anos de updates, mas a experiência real ainda está sendo avaliada.
- Lenovo Tab P12: opção intermediária com excelente custo-benefício, tela de 12,7 polegadas e som Dolby Atmos. Indicado para quem prioriza consumo de mídia e não precisa de alto desempenho para apps profissionais.
Recomendamos o iPad 2025 especialmente para quem já tem iPhone, Mac ou Apple Watch. A integração por proximidade — começar um e-mail no iPhone e terminar no iPad, copiar texto em um dispositivo e colar em outro, desbloquear o tablet com o relógio — é um daqueles recursos que, depois de experimentar, fica difícil abrir mão.
Para quem o iPad 2025 é (e para quem não é)
Mesmo com o chip A16 entregando performance de sobra, o iPad 2025 ainda é classificado como modelo de entrada dentro do catálogo da Apple. Isso implica algumas concessões que precisam ser consideradas.
Perfis para quem o iPad 2025 é uma boa compra
- Estudantes do ensino médio e graduação: anotações com Apple Pencil (1ª geração, vendido separadamente), leitura de PDFs, videoaulas, pesquisas e apresentações.
- Profissionais em trânsito: e-mails, planilhas, documentos, videochamadas. Para uso corporativo leve a moderado, substitui um notebook em muitas situações.
- Consumo de conteúdo: streaming, leitura, redes sociais, navegação. A tela Liquid Retina de 11 polegadas é confortável para horas de uso.
- Usuários casuais de jogos: títulos da Apple Arcade e jogos mobile populares rodam com sobra.
Perfis que provavelmente precisam de mais
- Designers e ilustradores profissionais: o iPad Air com chip M2 ou M3 e suporte ao Apple Pencil Pro é uma escolha mais alinhada a fluxos de trabalho intensos.
- Editores de vídeo: para projetos em ProRes ou timelines com múltiplas faixas 4K, o iPad Pro com chip M4 ainda é a referência do mercado.
- Usuários que precisam de tela maior: quem trabalha com muitas planilhas lado a lado pode preferir o iPad Air de 13 polegadas.
Dicas práticas para comprar com segurança na Amazon
Encontrar um bom preço é apenas metade da jornada. Comprar um iPad envolve valores altos, e alguns cuidados ajudam a evitar dor de cabeça.
- Verifique o vendedor: na Amazon, prefira sempre itens vendidos e enviados pela Amazon.com.br ou por lojistas com alta reputação. A página do produto mostra claramente "Vendido por" e "Enviado por".
- Desconfie de preços muito abaixo da média: um iPad 2025 com desconto agressivo demais pode ser revenda de modelo de vitrine, produto reembalado ou, em casos extremos, falsificação. Compare com o histórico de preço em sites como Zoom ou Buscapé.
- Confira a política de devolução: tablets são elegíveis para devolução em até 7 dias após o recebimento, conforme o Código de Defesa do Consumidor. A Amazon costuma estender esse prazo para 30 dias em itens vendidos por ela — vale usar esse benefício para testar o aparelho sem pressa.
- Observe o selo "novo": o anúncio deve informar explicitamente a condição. Itens "como novo" ou "renovado" são vendidos por terceiros com desconto, mas perdem a garantia padrão de fábrica.
- Guarde a nota fiscal: a garantia da Apple no Brasil é de 1 ano. Sem nota, fica difícil acionar o suporte caso o aparelho apresente defeito.
Acessórios que valem (e os que podem esperar)
Um tablet sem os acessórios certos pode entregar uma experiência incompleta. Mas nem tudo precisa ser comprado no mesmo dia.
- Apple Pencil (1ª geração): compatível com o iPad 2025. Essencial para quem pretende desenhar, fazer anotações manuscritas ou marcar PDFs. Na nossa experiência, transforma completamente o uso do aparelho para estudantes.
- Capa com teclado: marcas como Logitech e ESR oferecem alternativas mais em conta que o Magic Keyboard Folio da Apple, que pode custar mais de R$ 1.500. Para digitação ocasional, a capa simples com apoio já resolve.
- Película de vidro temperado: o iPad 2025 não traz película de fábrica. Considerando que o display é a parte mais cara de se consertar, investir em proteção preventiva é decisão inteligente.
- Carregador: o iPad 2025 vem apenas com cabo USB-C na caixa, sem carregador de parede. Se você não tem um carregador de 20W disponível, vale comprar um separadamente. Usar carregadores mais lentos funciona, mas deixa a recarga consideravelmente mais demorada.
FAQ — Perguntas frequentes sobre o iPad 2025 com chip A16
O iPad 2025 com chip A16 é compatível com Apple Pencil Pro?
Não. O Apple Pencil Pro é compatível apenas com iPad Pro (M4) e iPad Air (M2 e M3). O iPad 2025 funciona com o Apple Pencil (1ª geração) e com o Apple Pencil (USB-C), lançado em 2023. Na prática, o Pencil de 1ª geração já entrega 95% das funcionalidades que a maioria dos usuários precisa, incluindo pressão e inclinação.
Qual a diferença real entre o iPad 2025 e o iPad Air com chip M2?
As diferenças vão além do processador. O iPad Air traz tela com laminação completa e revestimento antirreflexo (mais confortável para usar ao ar livre), suporte ao Apple Pencil Pro, compatibilidade com Magic Keyboard e opção de 13 polegadas. Para usuários que usam o tablet como ferramenta principal de trabalho, o Air é um salto de categoria. Já para consumo de conteúdo e produtividade leve, o iPad 2025 entrega 80% da experiência por um preço significativamente menor.
Vale a pena trocar um iPad de 9ª ou 10ª geração pelo novo modelo?
A resposta depende do uso atual. Se o seu iPad antigo já engasga em apps recentes, demora para abrir o Safari ou aquece demais durante videochamadas, o salto para o A16 será muito perceptível. Caso o aparelho ainda funcione bem para suas necessidades, espere mais uma ou duas gerações — a Apple costuma suportar iPads por seis anos ou mais com atualizações de software.
O iPad 2025 roda os mesmos apps que o iPad Pro?
Sim. Como todos os iPads compartilham o iPadOS, qualquer aplicativo disponível na App Store roda em qualquer modelo. A diferença está no desempenho em apps mais pesados e em recursos profissionais. Aplicativos como Procreate, LumaFusion e Affinity Designer 2 rodam no iPad 2025, mas em projetos muito complexos — como ilustrações com dezenas de camadas ou vídeos longos em 4K — o iPad Pro entrega tempos de exportação menores e mais fluidez.
As ofertas da Amazon realmente valem a pena ou é melhor esperar a Black Friday?
Historicamente, os descontos em iPads durante a Black Friday brasileira costumam ser modestos, raramente passando de 10% a 15% nos modelos mais recentes. Como o iPad 2025 é um lançamento, a tendência é que os preços se mantenham próximos do oficial nos próximos meses. Se a oferta atual apresentar desconto real acima de 8% em relação ao preço de tabela da Apple, é razoável considerar a compra imediata em vez de esperar.
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